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sexta-feira, 28 de agosto de 2015

Projeto Verão 2016


Na verdade, o título desse post é uma brincadeira, porque todas as mulheres que não estão com o corpo perfeito, começam a se preocupar mais com essa questão, quando as estações do ano mais quentes se aproximam. Projeto-verão é algo que tem prazo de validade para expirar, e na verdade, as pessoas deveriam fazer um projeto-mudança-de-estilo-de-vida

Desde que o Gabriel nasceu, minhas idas à academia ficaram muito condicionadas a "ter ou não ter empregada, eis a questão". As mulheres que trabalham fora vão me entender perfeitamente. Como dar conta da casa, do trabalho, do blog, das obrigações e esportes do filho, do marido, e ainda por cima, cuidar do próprio corpo? Não sobra tempo, e a disposição passa longe e dá tchauzinho.

Portanto é fácil entender. Quando tenho ajuda em casa, dá para malhar (e quando nos exercitamos, fica mais fácil resistir à palha italiana, ao sorvete, etc). Quando não tenho, sento e choro. Fica mais fácil até conciliar as atividades. Por exemplo, se tenho uma ajudante para ir comigo na academia, posso deixá-la olhando o Gabriel, enquanto faço um pouco de musculação, por exemplo. Sem ela, não tenho coragem. Vai que o menino se perde? Pula numa piscina? Etc, etc, etc.

Esse ano dei sorte. Estou com uma pessoa super legal que me ajuda muito, e tive o incentivo de uma amiga que me arrastou para a ginástica localizada (algo que eu passava longe há uns 15 anos, juro). Eu odeio ginástica localizada, com todas as minhas forças. Porém, parei de ver resultado na musculação. Eu nunca tinha recebido ajuda de personal, achava isso um desperdício de dinheiro. E isso, minha gente, foi uma tremenda ignorância da minha parte. O personal faz toda a diferença na vida de um ser humano.

Comecei indo um dia na aula de localizada, com uma super amiga minha. Vou morrer agradecendo por ela me carregar para essa aula. Eu jamais teria ido sozinha, por pura covardia e vergonha. 

Eu não conhecia os pesos, não me equilibrava bem na hora de fazer agachamentos e avanços, tropeçava (ainda ontem eu tropecei), derrubava minha garrafa de água no chão, pegava o peso mais leve ("peso-cotonete"), não conseguia realizar todas as repetições, ficava olhando para o relógio o tempo todo, fazia os exercícios toda torta e sempre do lado errado.... Eu era a pior aluna que um professor poderia desejar.

E ainda era meio debochada (mas uma debochada fofa). Eu pensei seriamente em desistir. Para ser completamente honesta com vocês, todos os dias eu penso. Mas aí eu dei outro golpe de sorte. Algo que fez toda a diferença na minha vida: o professor.

Pensem num cara muito chato. Com mania de arrumação. Mandão. E com uma legião de alunas-fãs, que em um primeiro momento, achei que eram de uma tribo que não tinham nada a ver comigo (aqui estou sendo educada, confesso que pensava coisas piores delas).

Em pouco tempo, percebi que aquele cara "chato", era o mesmo cara que sabia todos dias em que eu faltava e me dava esporro. Por falar em esporro, eu tomava bronca do início ao fim da aula. O "chato" corrigia minha postura e protegia minha coluna e joelho. Contava pra turma toda quando eu não conseguia fazer todas as repetições. Passava sermão. Parecia um pai, ou um irmão mais velho (descobri que ele é mais novo que eu há uma semana), ou um professor daqueles da escola, que faz toda a diferença na nossa vida.

Pensem nisso. Se alguma pessoa na sua vida, está sendo chata contigo nesse exato momento, meus amigos, essa é uma pessoa que se importa com você. Que quer ver sua evolução. Essa é uma pessoa que poderia estar fazendo qualquer outra coisa mais interessante do que perder o tempo dela (e todos sabemos que tempo é o nosso bem mais valioso) com você. 

Esse professor podia simplesmente dar uma aula "bem dada", que estaria realizando o trabalho para o qual a academia o contratou.

Fiquei tão motivada com ele, que comecei a fazer personal. No início, foi tudo MUITO esporádico, e depois fui gostando mais e mais, e fazendo mais vezes na semana. Lentamente, fui mudando muitos hábitos destrutivos que eu tinha na vida, embora fossem extremamente agradáveis.
Por exemplo, eu ia ao Outback TODAS AS SEMANAS. Eu comia sorvete com doce de leite SEMPRE que levava Gabriel nas fonos. Esquecia de beber água. Passava longas horas sem comer, quando o trabalho exigia muito de mim. E muitas outras coisas.

Descobri amigas no meio das alunas-fãs desse professor, e virei, eu mesma, fã de muitas delas

Agora ele me convenceu a ir na nutricionista. Já marquei e irei na próxima semana. Aos pouquinhos, estou mudando a minha vida. Obviamente, quero estar melhor, mais forte e mais magra para o verão de 2016. A ansiedade atrapalha muito. Mas não pretendo abandonar tudo no inverno de 2016. 

Quando começamos a vislumbrar os resultados, geramos ânimo para fazer todas as outras coisas relativas ao nosso bem-estar. Passamos a usar os cremes do rosto, não esquecemos o fio dental, animamos de pintar o cabelo...Já repararam? A vida muda pra melhor, em todos os sentidos.


Agradecimentos especiais:
Ao destino, por ter me mandado uma ajudante super legal aqui pra casa.
À amiga Helô, por ter me arrastado para a aula de ginástica localizada.
Ao meu professor "chato" Bruno Lopes (@brunolopesbl), por usar sua chatice para o bem. O mundo seria um lugar melhor, se houvessem mais professores "chatos" como você.

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Arauto da felicidade


Oi, pessoal !
Fiquei com vontade de dividir com vocês uma coisa muito legal que aconteceu ontem. Apesar de ser um assunto "off topic", pois não trata de cirurgia plástica diretamente, foi uma experiência diferente que tive, e se depender de mim terei por muito anos mais.

Foi o seguinte. Sexta-feira, dia 14, fizemos a prova de seleção para a pós-graduação do serviço do prof. Ronaldo Pontes. Trinta e dois candidatos se inscreveram para concorrer a apenas três vagas. Lembro que há alguns anos atrás era eu que estava sentado lá fazendo prova.

O mais impressionante é que tem gente que está tentando pela terceira, quarta vez e não desiste. Estes são verdadeiros vencedores e temos que aprender muito com eles. Desde que era residente eu participo do processo seletivo, claro que agora com funções mais "importantes" como elaborar a prova e entrevistar os candidatos, quando da época da residência ficava distribuindo a prova e oferendo água a quem tem sede (rsrsrs).

Mas este ano uma nova incumbência caiu no meu colo, e acho que por pura coincidência, ou sei lá, era eu que estava alí na hora, e o prof. Ronaldo Pontes pediu que eu ligasse para os três candidatos aprovados e lhes desse a notícia. Ok, me passa aí o telefone dos meninos.

Vocês não tem idéia das reações que tive do outro lado da linha!!!!
O primeiro foi o Dr. Carlos, um jovem cirurgião de trauma de São Paulo. Quando eu muito formalmente me apresentei e dei a notícia, o menino começou a berrar, a me agradecer (ora, quem fez a prova foi ele), a dizer que era a melhor notícia do mundo e etc.

Achei que no próximo poderia ser menos formal, pois minha voz parecia denunciar o contrário. A próxima aprovada é uma menina do RJ, Dra. Juliana, que também é cirurgiã de trauma, formada no hospital da Posse (me perdoem os puritanos, mas é a sucursal do inferno), mas por ser uma menina, fui igualmente comedido. E novamente gritos, berros, "Eu CONSEGUI", e etc.

Caraca! Formalidade não tem nada a ver com essa função! Eu queria gritar com eles, comemorar junto! O próximo vai ser diferente.
Era o Dr.Sócrates (não é o jogador, até porque esse muito precocemente nos deixou), mas eu sempre tive uma certa admiração pelo Sócrates. É o segundo ano que ela tenta entrar no serviço, ano passado... bateu na trave.
E ele tem uma história muito bacana. Fez segundo grau técnico em mecânica de precisão (?????) e depois resolveu fazer medicina. Que guinada não é?
Pois com ele já fui logo gritando:
- Parabéns meu velho, você conseguiu! Bem vindo ao time!
E só ouvia choro do outro lado, claro que de alegria...

Acho que dar aula e participar da formação de novos cirurgiões plásticos nos dá ensinamentos que muitas vezes não estão nos livros técnicos. Participar diretamente desse turbilhão de emoções que eu mesmo há tão pouco tempo atrás vivenciei, nos renova e principalmente nos dá a real dimensão do quão difícil e concorrida é essa especialidade. Nos valoriza ainda mais.

Uma vez me disseram "tentar, não significa conseguir, mas todos os que conseguiram, um dia tentaram".

Portanto fica a lição:
NUNCA desistam dos seus sonhos.
E sejam bem vindos os novos residentes.

Um grande abraço
Luiz Felipe

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Motivação - Qual é o tamanho do seu apetite pelo sucesso?



Com esse friozinho e uma vontade MONSTRA de devorar um bolo de chocolate, precisei assistir este vídeo para conseguir ir à academia...
Mas não se enganem, a motivação precisa estar presente em todas as áreas da nossa vida... Este vídeo se aplica perfeitamente para cada uma delas, profissional, familiar, espiritual, pessoal, sexual (50 Tons de Cinza, saia JÁ da minha cabeça!), etc..

terça-feira, 24 de julho de 2012

Cada paciente é um universo!


Outro dia, tive insônia, e fiquei pensando na diversidade de pessoas que conheci graças à minha profissão (e atualmente, ao blog). E posso garantir, que a melhor parte da medicina é poder lidar diariamente com material humano. Ou seja, gente, como eu e você.
E as pessoas... bem, as pessoas são incríveis! Cada uma encerra um universo em si mesmas. Cada uma nos ensina uma coisa diferente (boa ou ruim, ou porque não dizer, ambas). Cada uma vem com a sua bagagem pessoal, emocional, familiar. Cada uma deixa a sua marca, mesmo que eventualmente seja uma marca de unha encravada na nossa jugular, e mais raramente uma marca de chupão provocada pelo galã da novela das oito.

E sim, eu tive a minha cota de galã da novela das oito como paciente (pra ser sincera, galã de verdade, só tive um, mas sem chupão). Tive atores, empregadas domésticas, professoras, tarólogas, dentistas, embaixadores (novamente, embaixador foi só um), tive gente possuída pelo demo (na emergência do Getúlio Vargas, pensa que é mole? E sim, eu tentei exorcizar com "soro bento"...), gente que conversava com árvores e não era maluca, e tive gente que não era maluca, mas que mesmo assim foi internada num hospício pelo marido safado, que queria se apoderar do dinheiro da coitada, alegando insanidade temporária. Pensa que só você tem problemas?

Problema teve uma paciente casada há 25 anos, que foi atender a porta num domingo qualquer, e encontrou de brinde uma criança de 5 anos, cujo pai era o feliz cônjuge da criatura. E atualmente, como o digníssimo encontra-se devidamente desempregado, ela é quem arca com a educação e as despesas da criança, que, afinal, "não tem culpa de nada".

Problema tem uma paciente minha, que só pode comer chocolates escondida do marido, e da empregada - que foi babá do marido - porque ele mantém uma balança dentro do quarto, e só dá dinheiro para ela, se o peso não se alterar durante o mês.

Tive pacientes que me deram muitas alegrias, e que sabem mais da minha vida do que muito parente. Gente que treinou passos de ballet no meu consultório (comigo) antes de fazer a temível prova do teatro municipal.
Gente que entrou pela primeira vez na nossa clínica usando fraldas e hoje em dia usa terno e sabe-se lá mais o quê.

Tive pacientes que deram presentes muito caros (jóias que o ladrão levou, viagens, passeios, entradas para camarotes e lugares exclusivos, roupas caras...), outros me deram presentes muito queridos (jujuba, bolo de chocolate, mimos para o Gabriel, bonecas feitas com a minha cara, desenhos, cartões), presentes super originais (o mais criativo de todos foi um passarinho, que a paciente levou escondida para o hospital, nem sei como ela conseguiu entrar com um animal lá dentro). E tive alguns que me deram um pouco de dor-de-cabeça e alguma azia, mas esses foram poucos, ainda bem.

Tive pacientes que deram trabalho, mas um trabalho bom. Como a adolescente com a perna toda cheia de foliculite que sempre ganhava de mim mousse de chocolate e revistinha da Turma da Mônica, quando ia fazer comigo suas sessões de laser. Ou a paciente que estava internada no CTI, com a perna cheia de úlceras, e eu carregava meu botijão de gás, ultrapesado, só para aliviar a dor dela fazendo carboxiterapia.

Tive pacientes que me ajudaram em épocas em que precisei de um amigo. E tive pacientes que me me confiaram suas cinzas depois de morrer (a quem interessar possa, se você quiser que seu médico jogue as suas cinzas no Arpoador, ou em qualquer outro lugar, é preciso registrar esse desejo em cartório).

É muito difícil ficar rico com medicina nos dias de hoje, se você pensar na riqueza material, na sua aposentadoria, e nos carros que gostaria de dirigir. Mas nós médicos recebemos uma bagagem social intensa, e experiências quase tão compensadoras quanto uma viagem para Paris (eu falei quase, pois não sou nenhuma hipócrita). Nossa herança são as pessoas que temos a sorte de conhecer, as histórias que vivemos juntos. As memórias.

AS PESSOAS SÃO A NOSSA MAIOR RIQUEZA!

terça-feira, 31 de maio de 2011

Irritando Felipe: "A Chegada do Gabriel"



Meus sobrinhos e afilhados são meus filhos do coração. Disso todo mundo que lê o meu blog já sabe. E assim como alguns filhos morrem de ciúmes quando chega um novo irmão, o Felipe (2 anos) está na maior crise comigo, desde que minha barriga começou a ficar bastante aparente.

A Lara (4 anos) não está assim, muito pelo contrário. Diz que vai ser mãe dele, vive me beijando, me fazendo carinho, pedindo para eu ensinar o Gabriel a chama-la de"Tia Lara", diz que vai me ajudar a cuidar dele... até separou uma chupeta dela pra dar de presente ao priminho. Sem contar os desenhos que ela faz. Estou com a bolsa repleta deles.

(claro, como ela vai continuar a ser a única menina, não vai perder a hegemonia do trono)

Agora, o Felipe... Ele diz que não vai ser amigo do Gabriel porque "o Gabriel é muito mau".
Me ignora solenemente quando me encontra.
Quando chora por algum motivo, não me deixa acudi-lo (prefere que qualquer outra pessoa o pegue no colo).
Diz que não vai emprestar os brinquedos dele para o primo.
Não quer mais falar comigo pelo telefone.
Desconfio que ele vá tentar sufocar o Gabriel se tiver oportunidade.
Essa foto que está ilustrando o post é uma farsa. Na verdade, ele está rindo no colo da mãe. Quando eu percebi que a foto dos dois ia ser tirada, encostei nele mais rapida que um raio, e a fotógrafa Amanda foi suficientemente ninja para clicar o momento antes de ele fazer cara feia pra mim.

Então, pessoal, me respondam. Vocês que já tiveram mais de um filho e precisaram aprender a lidar com ciúmes entre irmãos. O que mais eu posso fazer?

Eu já prometi que o Gabriel vai trazer para ele um dinossauro do Além (que é onde o Gabriel morava antes de vir parar na minha barriga).
Já garantimos que o Gabriel não vai dormir na caminha que ele tem lá na casa da minha mãe (segundo meu irmão, o quarto da minha mãe vai ficar igual à casa da Branca de Neve, cheia de caminhas para os anões, que no caso são os netos).
Prometemos que cada um vai ter o seu apelido, o Gabriel não vai roubar o de ninguem (a Lara é o Denguinho, Felipe é o Príncipe e o Gabriel será o Xodó da Vovó).
E jurei de pés juntos que o Gabriel vai emprestar todos os brinquedos dele.

Agradeço de coração se pudermos trocar umas dicas de como agir neste momento ciúme-descontrol da criançada.

O QUE FUNCIONOU PRA VOCÊS????

(além de colocar um pastor alemão ao lado do berço do recém-nascido para evitar acidentes com primos mais velhos?)


Ops! Os últimos segundos deste vídeo são impróprios para menores...

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Como trocar o pneu do carro

Hoje à noite, após toda aquela chuva, voltando para casa, adivinhem! O pneu do meu carro furou. Tinha poça pra tudo quanto era lado, e me deu um frio na espinha, porque eu nunca tinha trocado um pneu.
Daí pensei que, nós mulheres, deveríamos aprender a trocar um pneu, pois depender de outras pessoas é sempre muito desagradável. As auto-escolas deveriam fazer aulas práticas desse assunto, pois nunca se sabe quando isso pode acontecer em um lugar deserto, sem nenhum "homem" para ajudar.
Eu, graças a Deus, tive ajuda do meu pai, pois isso aconteceu perto da casa dele. Mas eu poderia estar em qualquer lugar do Rio de Janeiro, e se tivesse sido o caso, teria me sentindo totalmente desamparada.
Então, no momento, estou vendo vários vídeos no You Tube para aprender a fazer isso sozinha. Adoro quando um homem cavalheiro se oferece para me ajudar, gentileza não sai de moda nunca. Mas a dependência me incomoda um pouco. Agora vou tentar mudar isso.


segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Voltei firme e forte!!!

Finalmente estou de volta das férias! Acreditam que pensei muito em vocês durante todo esse tempo? É verdade! Não podia ver nada de lindo ou diferente que pensava assim:" Puxa vida, minhas leitoras iriam adorar ver isso!". Isso acontecia quase o tempo todo. Meu marido já até completava as minhas frases no final da viagem. Ele dizia: "Já sei, suas leitoras vão adorar isso!". Dizia isso levemente irritado por duas razões:
1) Ciúmes, ô homem ciumento!
2) Era para ser uma viagem cultural, entendem? Nós combinamos isso. Estudei pra caramba, antes da viagem. Li uns quatro guias de viagem de cada cidade visitada, comprei livros de história geral, história da arte... (Lembram? Comprei na Bienal por uma bagatela!)
Porém, amigos e amigas, lamento dizer que toda a importância do império romano caiu por terra depois que eu passei em frente à Sephora da Via del Corso.
Vocês entendem esse sentimento? De TER QUE ENTRAR NA LOJA porque a pessoa (no caso, eu) começa a sentir uma taquicardia incontrolável e uma sensação de desmaio eminente se não entrar IMEDIATAMENTE na dita cuja da loja?
Eu me senti até mal, meio superficial. Nos primeiros dias, ainda tentei disfarçar, aguentei bem em Londres, só fazendo pequenas compras nas lojas dos castelos ou dos museus (aliás, consegui comprar toda a minha wish list da Torre de Londres).
Mas quando passei em frente à Sephora gigante do Champs-Elysées consegui convencer meu marido que PRECISAVA entrar. Sabem quanto tempo ele me deu dentro da loja? O tempo de ele tomar um sorvete do outro lado da rua. Pra completar o desespero, percebi que meu dinheiro estava preso embaixo de toneladas de roupas. Não tinha nenhum banheiro nas redondezas de onde eu pudesse acessar o dinheiro sem fazer um espetáculo de striptease.
Daí eu me encostei numa árvore em frente à loja e chorei muito. Quando ele me encontrou, pensou que eu tinha sido assaltada ou algo do gênero. Tivemos uma conversa daquelas e esse papo mudou pra melhor o curso da nossa viagem, que passou a ser cultural e levemente consumista.
Dizem que as viagens servem para que possamos nos conhecer melhor. É verdade! Eu estava super metida estudando e acreditando que eu tinha a capacidade de ignorar os apelos do consumo. Pois muito bem, eu não consigo. Muito prazer, esta sou eu: uma pessoa que não consegue fazer uma viagem puramente cultural. Acho que meu choro em frente à Sephora foi mais de frustação diante dessa constatação do que de desespero pelo pouco tempo dentro da loja. E a verdade dói.
Por isso, pergunto: vocês vão conseguir continuar me amando apesar de eu ser uma pessoa levemente superficial? Ou será que vocês me amam justamente por isso?
(caso vocês me detestem, não quero saber o motivo)
Mudando de assunto: como foram de festas de final de ano???Quero saber tu-do!
Ai, que saudade!
Beijos e desculpem pelo primeiro post-desabafo de 2010!

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Eu queria ser uma gênia.

Olá, pessoal!!!
Esses dias eu estava pensando (e me envergonho de ter levado três anos para chegar a essa conclusão)... Quando nós casamos, se a gaveta de panelas estiver desorganizada, sabe de quem acaba arrumando? Sempre a mulher. Em 99,9% das vezes é a mulher. Mesmo que trabalhe o dia inteiro.
Pois bem, estive reparando que desde que casamos só quem faz esse tipo de trabalho sou eu. E olhe que meu marido é praticamente um santo: não reclama porque não cozinho na-da, faz menos bagunça do que eu e eventualmente encara até uma pia.
Por outro lado, se uma lâmpada queima (e isso acontece raríssimas vezes), nem sempre quem troca é o homem. Incrível isso. E se por exemplo, o ralo entupir, chama-se o "rapaz da manutenção".
Onde é que eu encontro "a moça da gaveta da panela"? Não existe! No máximo eu poderia pedir para a minha secretária do lar, sempre correndo o risco de não ficar exatamente arrumado como eu quero. E não é culpa dela, não é??? A criatura não tem bola de cristal para adivinhar tudo o que eu quero.
Por isso que eu cheguei a seguinte conclusão: se existir uma próxima encarnação (só vou ter certeza quando eu morrer), voltarei como a gênia da lâmpada.
Daí, quando o pobre do meu marido chegar em casa após um exaustivo dia de plantão, ele vai encontrar uma mesa farta e cheirosa esperando por ele. Possivelmente darei moranguinhos na boca dele como sobremesa. Porque vai sobrar tempo e vontade de se fazer isso.
As minhas unhas vão estar sempre lindas e bem arrumadas. Nunca mais vou "desperdiçar tempo" indo ao salão. Ao contrário, vou aproveitar essa oportunidade para brincar com os meus futuros-filhos.
As gavetas da minha casa vão ser um luxo total, com as panelas (essas desconhecidas) arrumadinhas por ordem de tamanho e encaixe.
Agora, onde vou abafar mesmo é com a arrumação das contas pagas aqui da casa. Cada ano com as categorias (luz, água, condomínio, internê...) meticulosamente catalogadas. Se eu precisar do recibo da taxa de incêndio de 2007, vou saber exatamente onde encontrar.
Só estou esperando essa bendita aula de cabelos acabar (e sim, vou escrever mais sobre queda de cabelos, até todo mundo ficar careca de saber sobre isso), para fingir que sou uma gênia e colocar ordem no recinto.
Será que eu consigo?

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

Ter amigos faz bem à pele...




Querido DEUS,
A moça que está lendo isso é bonita e forte e eu a adoro.
Ajude-a a viver a vida dela ao máximo.
Por favor, promova-a e faça-a superar todas as expectativas.
Ajude-a brilhar nos lugares mais obscuros onde é impossível amar.
Proteja-a o tempo todo e erga-a quando ela mais precisar de ti, fazendo-a saber que ela caminha contigo, ela estará sempre segura.
Um beijo para todas e uma ótima sexta-feira!!!
(Se você for um dos nossos amigos homens, substitua os artigos e substantivos femininos pelos masculinos, ok?)
Fotos: minha afilhada e suas amiguinhas aprendendo desde cedo como é gostoso ter uma amiga de verdade!
Motivo de eu estar sentimental: durante o carnaval vi o filme "Noivas em Guerra", que fala sobre duas amigas de infância inseparáveis. Adorei e recomendo, se você gostar de filmes de mulherzinha.

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

Piadinha...

Um casal recém casado vai viver em sua nova casa. O homem diz:
- Se quer viver comigo, as regras são:
1) Segundas e terças-feiras à noite vou tomar café com os amigos;
2) Quartas-feiras à noite cinema com o pessoal;
3) Quintas, sextas à noite, cerveja com os colegas;
4)Sábados, pescaria com a turma, retornando domingo pela manhã;
5) E, aos domingos, deito cedo para descansar.
Se quer... Quer... Se não quer... Azar!

Então a mulher responde:
- Pra mim só existe uma regra: Aqui em casa têm sexo todas as noites. Quem está, está. Quem não está...Azar!!!!!!!!!!!!!!!

segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

Qual é a sua cicatriz de catapora???

Oi, Pessoal!!!

Estou com saudades de postar com maior regularidade...
Detesto fazer esses posts curtinhos por ter que me virar com qualquer computador que encontro no caminho.
Hoje, quando estava vindo para a ginástica, fiquei pensando no que escrever. Queria que fosse rápido e relevante, pois não estou com muito tempo.
Daí me lembrei de uma coisa que minha mãe me disse e que pode interessar à vocês também.
Como todas já sabem, no final do ano eu costumo me recauchutar: colocar o botox em dia, o preenchimento da boca, fazer limpeza de pele...etc...
Conversando sobre isso com minha mãe, perguntei se ela não poderia me fazer uma subcisão ou um preenchimento em um furinho no meu....digamos....bumbum. Esta celulite estava destoando do resto do material, e estava me incomodando um pouco (muito).
Sabem o que minha mãe me disse???
"O quê, aquela cicatriz de catapora???Não, minha filha, aquilo não é celulite não. É só uma cicatriz da varicela que você teve. Nunca tinha reparado??"

Não, eu nunca tinha reparado. Nem sei se ela disse isso só para me agradar.
Só sei que, quando olho hoje para a minha cicatriz de catapora, ela não me incomoda nem um pouco.

Moral da história: mudança de perspectiva. O furinho não mudou, o nome dele sim. Agora não me incomoda mais. Pegue essa historinha simples e aplique-a em algum defeitinho que te incomode. Talvez a mudança de perspectiva diminua o impacto das pequenas imperfeições na sua vida. Beijos!

sexta-feira, 31 de outubro de 2008

Outro dia estava conversando com minha mãe sobre várias pacientes e amigas que são mulheres lindas, inteligentes, bem sucedidas, e que não conseguem arrumar um namorado (com potencial para virar marido).

São mulheres na faixa dos 30, 35 anos, que reclamam sobre a falta de homem legal no mercado ou penam nas mãos de uns imbecis que não as merecem. Eu mesma, se não tivesse agarrado o meu na faculdade, talvez estivesse na mesma situação, até porque no meu trabalho, 85% são mulheres, 10% são homens homossexuais (ótimos amigos, por sinal) e somente 5% são homens heterossexuais. Além disso, eu não gosto de sair à noite.

Daí recebi esse e-mail hoje e vou repassa-lo aqui para mostrar que toda situação tem seu lado ruim, mas tem um lado bom também!!!
Divirtam-se e bola pra frente!!!

O MENOR CONTO DE FADAS DO MUNDO

Era uma vez uma bela moça que pediu um garoto em casamento:

- Você quer se casar comigo?

Ele respondeu:

- NÃO!

E a moça viveu feliz para sempre, não teve filhos, viajou, conheceu muitos outros garotos, fez plásticas, não lavou louça nem fez jantar, visitou muitos lugares, sempre estava sorrindo e de ótimo humor, nunca lhe faltava pretendentes, ia e voltava a hora que queria, saia pra jantar com as amigas sempre que estava com vontade e ninguém mandava nela E NEM A CONTROLAVA!!

O garoto, ficou velho, careca, BARRIGUDO, com papada , BROXA, e ficou sozinho na frente da televisão...

MORAL DA ESTÓRIA: QUANDO ENVOLVE HOMEM, O QUE HOJE LHE PARECE UM PESADELO, AMANHÃ SERÁ UM ALIVIO!!!!!

FIM

quinta-feira, 9 de outubro de 2008

Dicas de beleza da Audray (sintam a nossa intimidade)



1 - Para ter lábios atraentes, diga palavras doces.

2 - Para ter olhos belos, procure ver o lado bom das pessoas.

3 - Para ter um corpo esguio, divida sua comida com os famintos.

4 - Para ter cabelos bonitos, deixe uma criança
passar seus dedos por eles pelo menos uma vez por dia.

5 - Para ter boa postura, caminhe com a certeza de que nunca andará sozinho.

6 - Pessoas, muito mais que coisas, devem ser restauradas,
revividas, resgatadas e redimidas; jamais jogue alguém fora.

7 - Lembre-se que, se alguma vez precisar de uma mão amiga,
você a encontrará no final do seu braço.
Ao ficarmos mais velhos, descobrimos porque temos duas mãos:
uma é para ajudar a nós mesmos, a outra é para ajudar o próximo.

8 - A beleza de uma mulher não está nas roupas que ela carrega,
ou na forma como penteia o cabelo.
A beleza de uma mulher deve ser vista nos seus olhos,
porque esta é a porta para seu coração,
o lugar onde o amor reside.

9 - A beleza de uma mulher não está na expressão facial,
mas a verdadeira beleza de uma mulher está refletida em sua alma.
Está no carinho que ela amorosamente dá, na paixão que ela demonstra.

10 - A beleza de uma mulher cresce com o passar dos anos.

quarta-feira, 3 de setembro de 2008

Está com preguiça de ir à academia????


Eu também, mas quando vejo charges como essa, me animo rapidinho!!!
Boa malhação para todos!!!!
Obs.Este post eu fiz em homenagem ao meu marido que escutou hoje de um paciente a seguinte frase: "Doutor, me arruma uma comida pra mim ficar gordinho igual ao senhor!!!".
É melhor escutar isso do que ser surdo.
Obs 2. Pessoalmente, acho que meu marido está a quilômetros de distância de ser considerado gordinho. Ok, metros.

segunda-feira, 14 de julho de 2008


“Acho que sou feliz.

Eu quero tudo o que tenho,

só desejo o que posso

E sou da minha idade.

Será isso a tal felicidade?"


Climério Ferreira - poeta e compositor piauiense.

sexta-feira, 27 de junho de 2008

Recebi por e-mail e resolvi dividir com vocês!

Publicado em um site financeiro

Uma mulher escreveu pedindo dicas sobre como conseguir um marido rico. Só isso já é engraçado, mas o melhor da história é que um fulano deu-lhe uma resposta bem fundamentada.

Dela: "Sou uma garota linda (maravilhosamente linda) de 25 anos. Sou bem articulada e tenho classe. Estou querendo me casar com alguém que ganhe no mínimo meio milhão de dólares por ano. Tem algum homem que ganhe 500 mil ou mais neste site? Ou esposas de gente que ganhe isso e possa me dar algumas dicas? Já namorei homens que ganham por volta de 200 a 250 mil, mas não consigo passar disso, e 250 mil não vão me fazer morar em Central Park West.
Conheço uma mulher da minha aula de ioga que casou com um banqueiro e vive em Tribeca, e ela não é tão bonita quanto eu, nem é inteligente. Então, o que ela fez de certo que eu não fiz? Como eu chego ao nível dela?" Rafaela S.

Dele: "Li a sua consulta com grande interesse, pensei cuidadosamente no seu caso e fiz uma análise da situação. Primeiramente, não estou gastando o seu tempo, pois ganho mais de 500 mil por ano. Isto posto, considero os fatos da seguinte forma: o que você oferece, visto da perspectiva de um homem como você procura, é simplesmente um péssimo negócio. Eis o porquê: deixando as firulas de lado, o que você sugere é uma negociação simples. Você entra com sua beleza física e eu entro com o dinheiro.

Proposta clara, sem entrelinhas.

Mas tem um problema. Com toda certeza, a sua beleza vai decair e um dia acabar, e o mais provável é que o meu dinheiro continue crescendo. Assim, em termos econômicos, você é um ativo sofrendo depreciação, e eu sou um ativo rendendo dividendos. Você não somente sofre depreciação como essa depreciação é progressiva, sempre aumenta !

Explicando, você tem 25 anos hoje e deve continuar linda pelos próximos 5/10 anos, mas sempre um pouco menos a cada ano, e de repente, se você se comparar com uma foto de hoje, verá que já estará um caco. Isto é, você está hoje na "alta", na época ideal de ser vendida, não de ser comprada.

Usando o linguajar de Wall Street, quem a tem hoje deve tê-la em "trading position" (posição para comercializar), e não de "buy and hold" (compre e retenha), que é o para quê você se oferece... Portanto, ainda em termos comerciais, casamento (que é um "buy and hold") com você não é um bom negócio a médio/longo prazo, mas alugá-la pode ser, e, em termos sociais, um negócio razoável de que podemos cogitar é namorar.

Cogitar... Já cogitando, e para certificar-me do quão "articulada, com classe e maravilhosamente linda" você seja, eu, provável futuro locatário dessa "máquina", quero o que é de praxe: fazer um "test drive..."

Posso marcar?"

domingo, 15 de junho de 2008

Crônica sobre a beleza:


Afinal, que é a beleza?

Autor: Ivan Angelo


A beleza tem inspirado poetas e desafiado pensadores. Há milênios busca-se explicar a sensação de fino prazer, de deleite mesmo, que sentimos diante dela.
Os que a procuram aprendem a encontrá-la em um objeto, uma pessoa, um gesto, um bicho, uma forma, uma cor, uma paisagem, um movimento, uma expressão, um traço, um som, um poema, uma atitude, uma idéia, uma flor, uma imagem, uma textura, um contorno, um sabor, uma fragrância.


Mas definir a beleza não parece coisa fácil, tanto é que se renovam as tentativas através dos tempos. As definições tornam-se insatisfatórias com o tempo, ou é a beleza que muda?
Em um vaso de quase 2.500 anos encontrado em Atenas um poeta romântico inglês leu emocionado esta inscrição: "A beleza é verdade; a verdade, beleza". Sim, os gregos já associavam a ela um valor moral – a verdade. Não é outra coisa que faz Platão, talvez contemporâneo daquela urna, quem sabe até comprou uma igual no mercado, quando diz que a beleza provoca a paixão, e esta transporta o espírito numa viagem que leva à compreensão do bem, da justiça e da sabedoria.


Seiscentos anos depois, outro filósofo, Plotino, dizia que a beleza não estava apenas no bom e no perfeito, mas em todas as coisas. Santo Agostinho escreveu, menos de 200 anos depois, que a beleza é a manifestação do divino, a forma formosa, um modo de o criador mostrar aos homens a natureza do divino. Na Idade Média, foi esse o conceito dominante, o divino manifestava-se na harmonia entre as formas e as cores. Shakespeare acrescentou que ela convive com a delicadeza. Kant veio dizer dois séculos mais tarde que não tem a menor objetividade dizer que isso é belo e aquilo não é, não tem sentido medir a beleza por determinados padrões ou regras, pois o julgamento será sempre subjetivo, um prazer pessoal.


Contemporâneo dele, o poeta romântico inglês que citei anteriormente, John Keats, compôs um poema sobre a inscrição que leu emocionado naquela urna grega – "beleza é verdade" – no qual diz que isso é tudo o que é preciso saber no mundo.
E hoje? O povo brasileiro se cumprimenta na rua com um sonoro "E aí, beleza?", significando que ela é tudo de bom. Maravilha.


O que essas idéias nos ensinam? A beleza é uma relação, está dentro de quem a vê e também está lá, na coisa vista. Quem foi educado para ver apenas um tipo de beleza a restringe. Quanto mais autoritária é a visão, mais restrita a um modelo fica a pessoa. A beleza harmoniza a pessoa com o que a rodeia. Nem sempre é oferecida, muitas vezes é preciso procurá-la, ou até criá-la, em casa, no trabalho, no lazer, no ambiente.


A beleza inspira. Quando o homem aprendeu que ela é moldável, é plástica, e que expressa alguma coisa, nasceu a arte. Aprendeu a produzi-la e a pensar sobre ela, e nasceu a estética. Aprendeu a buscá-la na justiça, na sabedoria, no bem, e nasceu a ética. A vê-la nos adornos, nas máscaras, nos traços pintados na pele, no efeitos sobre a aparência, e nasceu a cosmética.


E a beleza física? A escolha do reprodutor ideal para a preservação fez com que cada espécie animal elegesse padrões e proporções entre os indivíduos, selecionando os mais fortes, mais ágeis, mais aptos, e os olhos foram treinados para localizá-los no meio do grupo. A humanidade rompeu essa limitação física, acrescentando ao essencial da beleza o talento, o caráter, o humor, a gentileza, a bondade, a moral, enfim, a perfeição que vem de dentro e se expressa no ser.


A beleza do ser. A verdadeira beleza.

sábado, 24 de maio de 2008

Beleza Interior...


Queridas,
Como vocês sabem, a cultura é uma beleza!!!Não podemos só cuidar do nosso lado exterior, devemos investir também naquilo que colocamos dentro do cérebro e do coração.
Comecei meu feriado lendo "A Lição Final", escrito por aquele professor que tem câncer no pãncreas e que apareceu no fantástico, lembram???Pois é, chorei do início ao fim, e li tudo de uma vez só. Com todos os nossos problemas, temos tanta sorte em estarmos vivos!!! Tanta gente nao dá valor pra isso...Morri de pena da família dele também. Vale a pena ler o livro!!!


Agora comecei a ler esse.
Ainda não chorei nadinha porque essa leitura é mais leve.
São três mulheres disputando o poder da Inglaterra, na época do henrique VIII.
Sempre que eu penso em Henrique VIII, vem à minha mente a imagem do Barba Azul, vocês conhecem essa história???
Amigas, todas as pessoas que conheço NA VIDA estão viajando nesse final de semana, mas quando estamos com um livro nunca ficamos verdadeiramente sozinhas.
Hoje almocei no Outback e tratei de levar essa história comigo. Mesa para dois, eu e meu livro.

segunda-feira, 21 de abril de 2008

Tênis de auto-ajuda...


Não entendeu?????
Eu explico e deixo a sugestão aqui.
Um belo par de tênis novos conseguem levantar minha moral naquelas épocas em que a vontade de malhar anda pequena.
Faz mais efeito que comprar roupas de malhar, porque mesmo estando um pouco - inchada, digamos assim - o resultado final sempre será reluzente.
Até a sua roupa de sempre parece que se renova. Fica essa dica, que só pode não agradar ao seu bolso.
Mas se no final os dois estiverem magros (você+ seu bolso), menos mal!!!
Obs. Ando precisando mesmo de um tênis novo...

terça-feira, 1 de abril de 2008

O que você gostaria de ter???(em termos de beleza, claro!)


A Pequena Sereia gostaria de ter pernas. Só pensava nisso. Fez até uma bela macumba com a bruxa do mar só pra conseguir andar por alguns dias. Trocou a própria voz pelas pernas. No final da história, quase virou espuma no mar...
E você??? O que gostaria de ter???
Eu gostaria de ter a barriga sem pneus e um nariz mais condizente com o meu rosto. Meu irmão me deu as duas coisas de presente (ele me operou...) e não pediu minha voz em troca.
Quando você pensar no que gostaria de ter, deve pesar algumas coisas antes de decidir o que vai sacrificar para ter o que deseja. Está disposta a não comer mais o Bolo de Brigadeiro do Amor aos Pedaços para ganhar aquela barriga de tanquinho? Está disposta a parar de torrar na areia para conseguir fazer seu tratamento caríssimo de manchas adequadamente? E quem sabe se você terá a disposição de abdicar do seu carro novo para pagar o lifting facial, com o cirurgião plástico da moda?
Pense muito, minha amiga! E se você resolver que o sacrifício vale a pena, vá até o fim! Não deixe que o medo de virar espuma na praia te domine.

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minhapele@ig.com.br, Rio de Janeiro, Brazil
Uma médica que ama dermatologia, medicina estética, e principalmente, ADORA o que faz. Um cirurgião plástico apaixonado pela profissão.

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