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terça-feira, 22 de maio de 2012

É moda em Paris! (ou seria epidemia?)

É moda em Paris! (ou seria epidemia?)

Eu nunca fui muito de reparar na moda das ruas. No que as pessoas estão usando. Até porque eu mesma tenho um gosto, digamos, que foge do convencional, na hora de eu me vestir. Então, quando uma peça fica super na moda, eu só compro se realmente me interessar.
É o caso dos bodies, por exemplo. Eu os adoro! A pessoa pode apanhar algo do chão sem "pagar calcinha", a roupa fica sempre no lugar... Mas já repararam que quando os bodies saem de moda, eles ficam muito difíceis de serem encontrados?
Quando eu cheguei em Paris, não tive como não perceber que tinha MUITA gente, HOMENS e MULHERES, usando a tal da jaqueta de couro preta. Sim, especificamente preta. Raramente eu via alguem usando em outra cor. Eu pensei que tinha chegado lá no Dia Internacional da Jaqueta de Couro Preta. Ou então, que alguma loja estava dando jaquetas de couro. Sei lá. Só sei que até tentei fotografar um vagão do metrô dominado por pessoas usando jaquetas de couro, porque vocês não devem estar acreditando em mim.

O ruim quando uma determinada moda pega, é que parece que a humanidade anda uniformizada. E vou dizer uma coisa, quando usamos todos nós o mesmo relógio Michael Kors, este é um acessório pequeno, não parece que está todo mundo vestido igual. Mas uma jaqueta de couro preta é difícil de ignorar. E consequentemente, começar a se inspirar loucamente, porque as pessoas podem usar esta peça com praticamente tudo (até com um espartilho e saltos, imaginem o fetiche!). E depois de ver a mesma roupa sendo usada de centenas maneiras diferentes, preciso admitir...saí de lá querendo uma jaqueta de couro preta loucamente! A moda me afetou!!!!

Mas também, eu vi pessoas usando a jaqueta com vestido longo, curto, pantalonas, saia de paetês (lá no Lido, que por sinal é chatíssimo), camisa transparente, camisa com laço (amo e tenho várias desde sempre), jeans, lenço no pescoço, blusas com dizeres, e até uma periguete européia (branca como uma vela) usando a sua com short jeans surrado e saltos estratosféricos (e perdeu uma boa chance de usar uma meia calça com o fio mais grossinho, pois estava um frio de rachar nesse dia, azar o dela).

Tentei comprar uma lá, mas as de boa qualidade estavam com preços proibitivos. Já encomendei uma para a minha mãe que está indo para Buenos Aires nesta semana. Consegui comprar uma de camurça, lá na galeria Lafayette, com 70% de desconto. Só paguei 100 euros. E não era preta, era cor de burro quando foge. Mas foi um ótimo negócio, ela adere no corpo e não me limita os movimentos.

Passeando nos shoppings aqui no Brasil, reparei que as jaquetas vão estar com tudo neste inverno, mas nós não estamos nos limitando à cor preta, ainda bem! Inclusive vi uma dourada na Zara, que era um espetáculo.

domingo, 29 de abril de 2012

Arrumando as maquiagens na mala!

Não pode faltar na viagem!
Eu só viajo no fim da semana e já estou numa correria louca! Uma das questões é: quais maquiagens devo levar, considerando que vou comprar muita coisa por lá. Não podemos exagerar, porque depois precisamos de espaço físico para trazer as novidades.
O problema é que precisamos estar poderosas até o dia das compras chegar. E para isso acontecer, alguns ítens básicos me acompanharão desde o Brasil.

A começar pela base. Sempre escolho para levar, aquela mais velha, ou que eu não gosto tanto. De preferência, a que está quase acabando. Porque eu sempre compro base quando viajo, e na hora do desespero do espaço na mala, se alguma precisar ser "sacrificada", será essa.

Já em relação ao pó, sempre levo um com boa cobertura, e de preferência com FPS. Esse pó vai morar na minha bolsa, para eventuais reaplicações diurnas.
 Um blush pêssego, para dar aquela saúde, ou até mesmo um blush líquido (cuidado com possíveis acidentes).

Em relação a batons, vou levar somente dois (acredite em mim). Um cor de boca, para usar durante o dia, sozinho ou com um gloss rosinha por cima, e um vermelho-tentação, para quando eu quiser chamar a atenção. Por falar em gloss, eu quase nunca coloco, mas quando faço preenchimento de lábios, uso e abuso.

Corretivo também é essencial, e em viagens eu sempre levo um no formato de caneta. É mais fácil de carregar na bolsa, e como são líquidos, dificilmente ficam com um aspecto craquelado dentro do avião, quando nossa pele sempre se desidrata um pouco.

O lápis preto garante o look da noite, assim como o rímel mais intenso que a ciência consiga produzir. é uma questão de sovrevivência na selva das mulheres.

Em relação às sombras, eu sempre levo as de tons neutros. Com elas, eu dou uma melhorada nas falhas de sobrancelha, posso até afinar um pouco o nariz, e garanto visuais não muito carregados durante o dia.

Outro queridinho que nunca é deixado no Brasil são meus cílios postiços. A pessoa só precisa disso para se sentir uma diva. São chatos de se colocar, mas naqueles dias de exaustão total, conseguem fazer qualquer uma se parecer com uma estrela de cinema (tá bom, estou exagerando).

Para arrematar tudo, um esmalte. Depois de alguns dias, nossa unha vai pro brejo. Aí, dependendo do meu humor, ou eu tiro logo tudo com um removedor de esmalte, ou me aventuro a pintar eu mesma no hotel (e quase nunca dá certo).

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minhapele@ig.com.br, Rio de Janeiro, Brazil
Uma médica que ama dermatologia, medicina estética, e principalmente, ADORA o que faz. Um cirurgião plástico apaixonado pela profissão.

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