sexta-feira, 11 de outubro de 2013
Outubro Rosa
sábado, 15 de dezembro de 2012
Passando a limpo... A Lipo!
segunda-feira, 10 de dezembro de 2012
Mamas... para dar e vender...
Oi pessoal!
Devido aos inúmeros pedidos, aí vai um post sobre redução de mama.
Na medicina, sempre que temos várias técnicas para resolver um mesmo problema, costumamos dizer que nenhuma é realmente boa, caso contrário todo mundo faria só a "boa". Em mastoplastia redutora até uns 30 anos atrás essa máxima era verdadeira.
Quando se estuda cirurgia da mama, percebemos que existe algo em torno de 700 técnicas, mas nunca houve um concenso sobre qual seria a melhor. Foi à partir da década de 60 que alguns cirurgiões brasileiros começaram a botar ordem nesta "bagunça".
Alguns baluartes de nossa especialidade, entre eles Silveira Netto, Arié, Peixoto, Ivo Pitanguy e Liacyr Ribeiro começaram a nortear a moderna cirurgia de redução de mama.
Mas foi com o Dr.Liacyr que a coisa tomou corpo. Ele juntou as marcações em "T" invertido preconizadas por Pitanguy com as manobras de ascenção das aréolas preconizadas por Silveira Netto, com a genialidade de criar um pedículo, na verdade um retalho de derme e glândula, que ao dobrar-se sobre si mesmo, cria uma "prótese" natural que mantém o resultado da mastoplastia por muito mais tempo.
Hoje, na minha opinião, conseguimos montar as mamas com muito mais naturalidade e com resultados mais duradouros, mas ainda não conseguimos fugir da cicatriz em "T". Existem técnicas em que a cicatriz fica apenas na vertical, como o Losângulo, mas são de indicações muito restritas (mamas muito densas e com pouca pele para ser retirada).
Quando o grau de ptose (queda) da mama é muito acentuado não tem jeito.
Uma tendência que tenho observado é a da mastoplastia substitutiva. Onde aquele pedículo que se dobra sobre si mesmo é substituído por um implante de silicone. Com isso conseguimos ganhar um pouco mais de projeção e mais durabilidade de resultados, ainda que às custas de um implante.
Em relação a amamentação, realmente pode haver alguma interferência, ainda que a técnica do pedículo procure preservar uma conexão glandular, os ductos são seccionados e isso pode causar problemas de mastite no caso de uma paciente que vier a amamentar. Porém algumas conseguem.
A anestesia nestes casos é sempre a geral, e aqui não cabe muita discussão. É uma cirurgia longa (em torno de 4 horas) e as técnicas de anestesia local nessa região do corpo (tórax) são muito perigosas com potencial muito grande de complicações, principalmente o pneumotórax (perfuração do pulmão com agulha de infiltração) e parada respiratória (por bloqueio do nervo simpático nos casos de bloqueio peridural alto). Com a anestesia geral nós conseguimos diminuir para próximo de zero as complicações anestésicas.
O pós-operatório costuma ser bem tranquilo. Não é uma cirurgia dolorosa, existe apenas a questão da limitação de movimento dos braços, pois estes não podem ser elevados a mais de 45 graus, e talvez a pior parte, que é ter que dormir de barriga para cima, sem virar de lado ou de bruços por pelo menos 20 dias. Mas as pacientes toleram bem, até porque a redução de mama costuma dar um conforto e uma auto-confiança tão grande que qualquer esforço vale a pena no fim das contas.
Agora deixa eu contar uma historinha engraçada sobre o tema.
Quando eu comecei minha residência em cirurgia plástica, logo me encantei com as cirurgias de mama. Aumento, diminuição, reconstrução pós câncer, tudo me encantava.
Porém, a questão da cicatriz em "T" me incomodava muito.
Um belo dia, resolvi "criar" uma técnica que não tivesse a tal da cicatriz em "T".
Me debrucei sobre livros de anatomia, construí modelos em argila, e cheguei a uma técnica que, para mim, ia "revolucionar o mundo da cirurgia plástica", isso no alto da minha extraordinária experiência de pouco mais de 10 meses de residência.
Fui mostrar, então, minha revolucionária técnica para um professor chamado Dr.Ramil Sinder.
O Dr.Ramil é aquilo que pode se chamar de enciclopédia viva da cirurgia plástica, e se alguém ia me levar à serio, esse alguém era ele.
Após mostrar minha tese, ele olhou para o papel com desenhos e esquemas, e depois para mim. Aquele olhar eu lembro até hoje. Acho que só um pai olha assim para um filho, ou um verdadeiro PROFESSOR, e disse:
- Parabéns Luiz Felipe. Está ótimo, mas... Essa técnica já foi descrita em 1923 por Passot, depois, no mesmo ano por Auber. Em 1926, De Quervain aplicou melhorias e em 1942 Thorek modificou novamente. Em 1956, Longracre também modificou, e aí foi abandonada, pois a pele da mama necrosava em 90% dos casos.
Silêncio da minha parte...Estava tendo a primeira de muitas lições de humildade que tive ao longos dos anos.
Depois disso, sempre fiz questão de sentar ao lado do Dr.Ramil nos congressos e me divirto com os comentários que ele faz nas apresentações. Quando algum cirurgião diz que "inventou a mais revolucionária técnica", ele me cutuca e diz baixinho:
- Isso já foi publicado em 1941 na revista neo-zelandeza de cirurgia plástica...
Um abraço
Luiz Felipe
domingo, 2 de dezembro de 2012
Vai um silicone aí?
segunda-feira, 12 de dezembro de 2011
Antes & Depois da Orelha do Gabriel


domingo, 13 de novembro de 2011
Hospital de Anjinhos: Tratamento conservador de orelhas de abano em bebês



terça-feira, 4 de outubro de 2011
Secret Lift Instant Face and Neck Lift Lifestyle Tapes
É aquela velha história (sem trocadilhos!)... quem não tem cão, caça com gato!
Agora, sem brincadeira, genial esse produto!!!!
Poderiam inventar um similar que levante o bumbum e esconda os adesivos no biquine!!!!
terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
Estética da região genital

terça-feira, 24 de março de 2009
segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009
Silicone, silicone meu...
Em tempos de carnaval, é impossível não repararmos nas turbinadas que desfilam no sambódromo, pela praia e em todos os cantos do universo, exibindo orgulhosamente os seus, digamos assim...troféus... Pensando nisso, resolvi dividir com vocês uma reportagem sobre implantes nos seios que está publicada na REVISTA BOA FORMA e que tira algumas das principais dúvidas em relação a esse tipo de cirurgia.
Não vou entrar na velha polêmica "colocar ou não colocar, eis a questão". Tenho certeza de que cada pessoa sabe do que precisa e o principal: conhece onde o seu calo dói... Se for o seu caso, por favor, escolha um cirurgião com todo o carinho, cuidado com os exageros e boa sorte!!!
"Se você está realmente decidida, saiba que vai precisar bancar a repórter investigativa: converse com as amigas que já turbinaram o visual e, claro, escolha um bom cirurgião plástico. Vale marcar consulta com dois ou três profissionais. “Cada cirurgião tem a sua preferência por determinada técnica”, conta Gisela Pontes, cirurgiã plástica, do Rio de Janeiro. Isso não quer dizer que um está certo e o outro errado. “Mas é muito importante que haja sintonia e cumplicidade entre os dois lados para diminuir qualquer frustração com o resultado”, fala José Carlos de Carvalho, cirurgião plástico de São Paulo. Com a ajuda dos três especialistas citados acima, você fica por dentro do assunto, tira suas principais dúvidas e fica ainda mais segura do que quer.
Na segunda consulta com o seu cirurgião, você deve levar exames de sangue e de imagem que atestam que a sua saúde está com tudo em cima e que pode fazer a cirurgia. Depois disso, recomenda-se não beber e não fumar pelo menos nas duas semanas que antecedem a operação. Veja os exames mais comuns:• Hemograma• Teste de coagulação• Função renal• HIV• Eletrocardiograma• Ultra-som de mamas (mulheres com menos de 35 anos)• Mamografia (mulheres acima de 35 anos)
ONDE COLOCAR A PRÓTESE???
Por baixo da glândula: a prótese é colocada entre o tecido mamário e o músculo peitoral. Isso facilita a cirurgia e causa menos dor para a paciente depois da operação. Mas o implante pode ficar aparente se a paciente for muito magra, pois, por ser uma região mais superficial, não há pele suficiente para cobrir as bordas da prótese.
Por baixo do músculo: trata-se de uma técnica mais sofisticada, pois o cirurgião plástico vai precisar chegar até o músculo para alojar a prótese. Como fica instalado de forma mais profunda, o resultado é mais natural, principalmente para mulheres magrinhas. Essa localização também diminui o perigo da contratura capsular, um dos riscos dessa cirurgia e facilita a realização de mamografias. Em compensação, nos primeiros dias depois da cirurgia, a dor é intensa. Outra desvantagem: há maior risco de um deslocamento caso o músculo da mulher seja muito forte.
E A CICATRIZ??
Na mama: o corte é feito nos sulcos abaixo das mamas, o que facilita o acesso até o local onde a prótese será colocada. Em contrapartida, a cicatriz fica mais evidente ao vestir um biquíni e, pior, a região propicia uma má cicatrização para quem tem tendência à quelóide.
Na aréola: a cicatriz fica quase imperceptível, posicionada num meio círculo entre a aréola e a pele da mama. Alguns médicos acreditam, no entanto, que essa via de acesso é contra-indicada para mulheres que ainda não tiveram filhos por dois motivos: o primeiro por não haver sobra de pele na região do mamilo e o segundo por prejudicar as glândulas mamárias numa futura amamentação. Há também a questão da perda de sensibilidade erótica. Os que defendem a técnica, porém, afirmam que nada disso acontece quando corretamente realizada.
Na axila: nenhuma cicatriz na mama é a principal vantagem aqui. O corte é feito nas axilas, local de pouca i-ncidência de quelóide. Por outro lado, existe uma linha de pesquisa que acredita que a formação de uma cicatriz nessa área poderia mascarar a identificação do câncer de mama, pois aí se localizam os gânglios sentinelas, primeiras estruturas a dar um sinal da piora da doença. Há, entretanto, bastante discussão sobre o tema já que muito profissional não acredita nesse perigo quando a técnica é bem feita.
Contratura capsular, o principal RISCO:
Apesar do nome esquisito, você precisa saber do que se trata: é natural o organismo reagir à colocação da prótese formando um membrana fibrosa ao redor dela. Mas há casos em que esse tecido fica grosso, endurecendo ou até deformando o implante. Isso deixa-o com uma aparência artificial e, nos casos mais graves, causa dor.
Hoje em dia, a incidência desse fenômeno é pequena – de 2 a 4% das pacientes sofrem com o problema – graças à qualidade do material das próteses. Sabe-se que, com as texturizadas (com rugas na superfície) e as de poliuretano (uma espuma), o risco da contratura é menor do que quando utiliza-se a prótese lisa. Para tratar a contratura capsular, deve-se retirar o implante e depois colocar outro.
A importância do DRENO:
Apesar de não ser uma norma, algumas pacientes saem da sala de operação com um dreno. É uma espécie de caninho colocado no corte que tem a função de excretar secreções. Além de diminuir a ocorrência de contratura capsular, o dreno mantém a área operada seca e limpa, acelerando a recuperação. Ele é retirado dois dias depois da cirurgia. Antes disso, saiba que não dá para tomar banho.
Para garantir o resultado, você vai precisar de calma para retornar à rotina. Mas o tempo de recuperação depende tanto da técnica do médico como do seu organismo. Veja como é a evolução, em média.
• Repouse em casa nos primeiros dois ou três dias.
• Não troque, mexa ou molhe o curativo até o primeiro retorno ao médico. Isso significa banho de gato nos primeiros dias.
• Remove-se o dreno dois ou três dias depois da cirurgia.
• Você pode voltar ao trabalho depois de sete dias.
• Evite lavar o cabelo sozinha na primeira semana.
• Retira-se os pontos de sete a 14 dias após a cirurgia.
• Você deve dormir de barriga para cima de sete a 14 dias após a cirurgia.
• Evite levantar os braços acima da linha dos ombros durante duas semanas.
• Não dirija por 20 dias para não haver deslocamento da prótese caso aconteça algum acidente.
• Você pode voltar a fazer bicicleta ou caminhar na esteira após três semanas, contando que mexa o mínimo possível os braços e o tórax.
• Natação, ioga, tênis ou musculação para membros superiores só ficam liberados depois de dois meses.
• Tomar sol só após três meses da cirurgia com esparadrapo branco em cima das cicatrizes e muito filtro solar. A exposição sem proteção só é permitida depois de um ano. Isso evita cicatrizes grossas e escuras.
• O resultado final aparece entre três e seis meses. Antes disso, não considere definitivos o tamanho e a consistência dos seios, pois eles podem estar inchados."
Nestes sites você se informa sobre materiais e formatos das próteses:
quarta-feira, 28 de janeiro de 2009
Mini-aula sobre Lifting Facial




Conforme vamos envelhecendo, a pele passa por muitas mudanças. As células se dividem mais lentamente. A derme ou a camada mais profunda da pele, fica mais fina. É composta de vários tipos diferentes de tecidos, incluindo elastina e colágeno. A elastina dá elasticidade à pele e o colágeno a mantém firme. Com o tempo, ambas as proteínas começam a diminuir, fazendo que a pele fique flácida. A perda de elasticidade faz que a pele e o tecido subjacente fiquem mais suscetíveis aos efeitos da gravidade. Em vez de voltar para o lugar quando é esticada, a pele cai. Além disso, a composição do músculo e tecido abaixo da pele é modificada, formando rugas.
Na próxima seção, vamos aprender exatamente o que ocorre durante uma plástica facial.
Quem são os melhores candidatos a plásticas faciais?
São recomendadas apenas para pessoas com peso normal e com boa saúde. Pessoas com outros problemas, como problemas de coagulação sangüínea, pressão arterial alta e descontrolada e com tendência a formar grandes cicatrizes, devem consultar seus médicos antes de decidir fazer uma cirurgia.
A maioria dos pacientes recebe anestesia local combinada com um sedativo, para que fiquem acordados mas incapazes de sentir o que está acontecendo. Alguns médicos usam anestesia geral, o que faz o paciente dormir.
A cirurgia pode levar de duas a quatro horas, dependendo da quantidade de tecido e músculo e de procedimentos a serem executados.
A seguir, vamos aprender diferentes técnicas de plástica facial.
A minicirurgia plástica facial é uma expressão usada para descrever procedimentos menos invasivos, que usam uma incisão menor e trabalham em uma área menor do rosto do que uma cirurgia tradicional. Um tipo de minicirurgia plástica facial chamada de "plástica facial de fim de semana" leva esse nome porque muitos pacientes fazem a cirurgia na sexta-feira e já retornam ao trabalho na segunda. Ela melhora a aparência do queixo duplo e da pele flácida no pescoço, mas com resultados menos dramáticos do que uma cirurgia normal. Primeiro, o médico anestesia a parte inferior do rosto do paciente. Em seguida, durante uma ou duas horas, ele faz uma incisão em formato de S partindo da costeleta do paciente, passando ao redor da orelha e indo em direção à parte inferior da linha do cabelo. Ele estica a membrana conjuntiva que fica embaixo da pele, remove o excesso de pele e fecha a incisão com pequenas suturas.
A cirurgia plástica facial com cola para tecidos não é um tipo diferente de plástica facial, mas usa uma técnica diferente para fechar a incisão. Em vez de suturas e pontos, o médico pode aplicar uma cola cirúrgica (normalmente cola de fibrina) por toda linha da incisão. A cola funciona como um vasoconstritor, fechando os vasos sangüíneos para parar o sangramento e fechar o ferimento. De acordo com relatos, essa técnica reduz o tempo de recuperação e os ferimentos. Com o tempo, o corpo se livra da cola.
Existem também técnicas de plástica facial empregadas em áreas específicas do rosto. Uma plástica nos olhos remove o excesso de gordura e de pele flácida para reduzir pálpebras caídas, ao passo que uma plástica nas sobrancelhas remove os músculos e solta os tecidos na testa para levantar as sobrancelhas e reduzir as linhas de expressão."
domingo, 6 de abril de 2008
A Solução para "Orelhas de Abano"

FONTE: Revista Plástica & Beleza
Quem somos nós:
- Luciana Leal
- minhapele@ig.com.br, Rio de Janeiro, Brazil
- Uma médica que ama dermatologia, medicina estética, e principalmente, ADORA o que faz. Um cirurgião plástico apaixonado pela profissão.
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