Olá!!!
Estou aqui, novamente, escrevendo da academia.
Só queria dar um recadinho.
A peça que encomendei para consertar o computador chega na terça-feira, portanto a previsão é que eu volte a postar na semana que vem (isso considerando que o problema é só essa peça, vamos torcer!).
Tenham todos um ótimo final de semana!
Obrigada pelas palavras de encorajamento. Eu até imprimi alguns comentários lá no consultório, de vez em quando eu leio na cama.
Temos muitos assuntos dermatológicos para discutir, muitas novidades, cremes que precisam ser comentados, enfim, quero minha vida e nosso blog de volta!
Beijos no coração!!!
sexta-feira, 30 de agosto de 2013
segunda-feira, 26 de agosto de 2013
Bom dia!!! (e novidades boas!)
Oi, pessoal!!!
Estou escrevendo este post da academia, por isso não teremos fotos hoje. O meu computador de casa está com um probleminha, e no consultório, nem sempre sobra tempo.
Vocês não imaginam como me ajudaram com os últimos comentários do post sobre autismo. Digo isso, porque, de verdade, muitas pessoas amigas e parentes, me desaconselharam veementemente a escrever aquele post. Claro, me disseram isso com as melhores intensões em relação ao Gabriel. Acho que o medo deles, era justamente o preconceito, o estigma. Pois todas as pessoas do meu círculo de pacientes, amigos e familiares, eventualmente dão uma passadinha aqui no blog.
E contar algo no blog é contar para o mundo. Tipo, tem gente na Rússia que lê o blog!!!
Me disseram assim:
"E se o Gabriel crescer e melhorar muito, ele será sempre taxado como autista, vão tratar ele diferente..."
Gente, sinceramente?
Uma criança que precisa de fono duas vezes na semana, psicóloga quinzenal na escola, e terapia de intervenção precoce (ou nazismo, como eu costumo chamar, porque o troço é rigoroso pacas), é uma criança especial. Ela invariavelmente será tratada de forma diferente. E não vejo isso como uma coisa ruim. Até porque, quando e se ele melhorar muito (acredito que vai!), retornar ao padrão de normalidade, a tendência é que voltem a trata-lo normalmente.
Muitas pessoas que me conhecem, foram extremamente carinhosos comigo depois que leram o post. Me telefonaram, me mandaram e-mails, e os comentários de vocês foram de tirar o fôlego.
Pensei até em fazer um blog sobre autismo, que já tinha inclusive nome ("Rainbow Kids"), mas pensando bem, não tenho dado conta nem desse blog, que é o xodó da minha vida, imaginem se eu tivesse dois blogs? Sinistro!
Sem contar que tenho uma notícia ultra-mega-hiper maravilhosa para dar a vocês!
Sim, o autismo é uma espécie de buraco negro, que te suga para dentro dele, com tudo o que você tem. Mas não, eu definitivamente não vou permitir que isso aconteça comigo e a minha família. Portanto, após a fase do luto inicial, e da instalação da nova rotina na nossa vida, eu estou voltando com força total ao meu trabalho (eu não parei de trabalhar, mas confesso que o sorriso que eu sempre distribuí entre meus pacientes, não conseguia chegar aos meus olhos).
E aí, pra inaugurar essa nova fase ótima, de transformações pessoais e familiares, resolvi dar um novo grande passo. Compramos finalmente um aparelho po-de-ro-so para diminuir medidas.
Quem lê o blog, sabe que estou há mais de um ano namorando uma máquina que trabalhasse esse tipo de queixa. As máquinas vão chegar em outubro no Rio de Janeiro, em pouquíssimos consultórios, entre eles, o nosso!!!!
E o melhor! Essa máquina não trabalha com congelamento de gordura e nem com vácuo, que provocava hematomas e dor.
Esse é um laser mesmo!!! Indolor (aleluia, meu pai!!!).
Depois vou fazer um post só sobre isso, mais detalhado, pois quero colocar fotos e informações científicas.
A vida não se resume a autismo, meu povo!!!
Bola pra frente!!!
segunda-feira, 19 de agosto de 2013
O post mais difícil de escrever
Vocês não calculam quantas vezes eu comecei a escrever este post e depois deletei tudo. Esse foi o post mais difícil de escrever da minha vida.
(Só pra tranquilizar vocês, isso não é um post de despedida. Digo isso, porque a coisa está soando dramática demais. E é.)
A começar pela decisão em escreve-lo. Grande parte da família me aconselhou a não contar nada aqui, com as melhores intensões de proteger o Gabriel. Eu mesma tinha concordado com isso. Depois, lendo mais sobre o assunto, e por "ler mais sobre o assunto", entendam que eu tenho varado madrugadas lendo sobre o assunto, descobri que agir o quanto antes nesse caso, faz toda a diferença. E eu tenho em minhas mãos um BAITA canal de comunicação, concordam? Mas para a ação ocorrer, é necessário haver a suspeita. E não existe suspeita sem informação.
E é por isso que estou escrevendo este post. Mas eu sei que vocês não estão entendendo nada, então eu vou contar do começo. Senta, que lá vem história.
Vocês se lembram, que no primeiro semestre deste ano, o pediatra do Gabriel levantou uma suspeita de autismo? E que, ao ser levado em uma neurologista muito famosa, ela não fechou o diagnóstico?
Pois então. Na primeira consulta, ela deixou a coisa meio em aberto, mas na segunda consulta, que ocorreu em Julho, ela encaixou o Gabriel dentro do temido espectro autista.
E por essa razão, eu sumi daqui por umas semanas. Fiquei totalmente sem chão, desnorteada, e passei uma semana chorando, sempre de madrugada, geralmente de quatro até às seis da manhã, para o Gabriel não ver.
A anta que vos escreve, ainda chegou a pensar assim, "Graças a deus o menino não é autista, só tem umas poucas características de autismo, por isso é que ele está só dentro do espectro do autismo, e não NO AUTISMO, propriamente dito".
Mas "estar dentro do espectro autista" é só uma espécie de eufemismo, como vim a descobrir depois. É uma maneira de fazer a mãe chorar horas depois da consulta, quando vai pesquisar sobre isso em casa, para ela não desabar na frente do neurologista. Ser autista e estar dentro do espectro autista é tudo a mesma coisa.
Dito isso, deixem-me tranquiliza-los, se é que isso pode ser considerado uma vantagem. O caso do Gabriel, NOSSO GABRIEL, é muito, muito, muito, muito leve. Mas para mim, não interessa se o caso é leve, moderado ou intenso, pois estamos falando do nosso garotinho, e não de uma aula de spinning.
O caso dele é tão brando, que, estando sozinho, vocês não iam suspeitar de nada. Bom, eu não suspeitei a princípio. depois descobri que alguns comportamentos que eu achava uma fofura, não eram tão inocentes assim. Tipo esse, brincando com o berço:
Esses movimentos repetitivos, que, devo confessar, nem são assim tão frequentes, e que eu estava achando engraçadíssimo, não é saudável.
Outra situação. Gabriel olha nos nossos olhos, o que é ótimo. Mas eu nunca tinha reparado, que ele olha muito pouco nos olhos de outras crianças. A foto ilustra bem a situação. Mas eu achava que ele fazia isso, porque ele "se bastava". E achava ótimo ele brincar sozinho, dizia que ele era "auto-brincante".
Outro sintoma que eu achava o máximo, e nem desconfiava que pudesse ser um sinal de alerta, era a capacidade que o Gabriel tem com letras e números. Aos dois anos, ele conhece todo o alfabeto. Em inglês. Eu ensinei. Eu gosto tanto de ler, que queria ser a pessoa que iria ensina-lo a fazer isso. Então todos os dias, eu mostrava o alfabeto para ele. E em quinze dias, ele aprendeu. Ele tinha 1 ano e 10 meses.
Ele também sabe contar de 1 até 20, em português e em inglês, de frente pra trás e de trás pra frente. Na foto, ele está apontando para a letrinha, mas isso era um evento raro. Aos dois anos, ele quase não apontava, não dava tchau (aliás, não dá até hoje), não mandava beijos...
Com 1 ano e 9 meses, ele não falava nem mamãe, só as porcarias das letras.
As pessoas diziam que cada criança tem o seu tempo. Isso é verdade. Mas se você se conformar com essa frase, seu filho pode estar dentro do espectro, e você perde um tempo valioso de tratamento, que faz toda a diferença.
Porque o cérebro pode ser reprogramado, e quanto mais cedo isso acontecer, melhor. Autismo não tem cura (ainda), mas tem tratamento, e muitas crianças melhoram TANTO, que esses traços podem diminuir expressivamente, e até mesmo sumir completamente (eu comparo muito o autismo com o melasma, que não tem cura, mas com tratamento as manchas clareiam e podem até sumir em alguns casos).
Outra característica que eu achava maravilhosa ("meu filho é um gênio!"), é a facilidade com que ele lida com aparelhos eletrônicos. Ele mexe no meu celular melhor que eu. Muda aplicativos de lugar, sabe a senha para desbloquear, e um dia ligou para a Dinda dele e ficou falando. Joga joguinhos de crianças de 5, 6 anos, e é um mestre dos quebra-cabeças. Isso tudo pode ser sintoma de autismo e vocês devem ficar de olho.
O motivo deste post, além do desabafo, é alerta-los.
É preferível suspeitar da doença, mesmo que ela não se confirme posteriormente, do que perder tempo.
Aqui, tempo não é dinheiro.
Aqui, tempo é qualidade de vida (de pais e filhos). Independência. Intervenção precoce. Plasticidade cerebral. Reversão de sinais que estigmatizam a pessoa.
Aqui, tempo é PERDA DE DINHEIRO, pois você vai gastar muito com terapias, médicos, atividades.
Mas cada centavo gasto, e cada segundo "perdido", valem a pena.
O que nós ganhamos em troca, tem valor INCALCULÁVEL.
Gabrielzinho já melhorou muito!
É outra criança!
É óbvio que não vou transformar meu blog em um blog sobre autismo, mas não tenho como não abraçar a causa do meu filho. Eventualmente falaremos disso por aqui. É uma questão de saúde pública, pois o autismo atinge em média 1 pessoa a cada 160 indivíduos (já li um artigo que sugeria 1 a cada 100) .
Isso é MUITA coisa.
A cor do autismo é azul. Quando eu escrever sobre isso, o texto será sempre azul.
quinta-feira, 15 de agosto de 2013
Saudades, notícias em breve, Short Film do aniversário do Gabriel
ShortFilm - Gabriel {2 anos} from M3 Fotos e Filmes on Vimeo.
Oi, pessoal!!!
Muitas saudades de postar, acho que vou conseguir em breve escrever mais do que umas poucas linhas para vocês.
Está tudo bem, mas passou um tsunami pela minha vida.
Dou mais notícias em breve, estou me arrumando para ir trabalhar.
Beijo no coração!
Fiquem com o vídeo do Gabriel!
terça-feira, 23 de julho de 2013
Usei e Amei: Demaquilante Sephora (Triple Action Cleansing Water)
Ganhei este demaquilante da minha prima Márcia, e me apaixonei na hora.
A começar pela quantidade, 400 ml, quase meio litro. Dura horrores! Claro que a durabilidade também vai depender do quanto a pessoa utiliza. Eu particularmente tenho usado pouca maquiagem.
Pode ser usado em peles sensíveis, e inclusive para tirar maquiagem da área dos olhos.
Eu detesto aqueles demaquilantes bifásicos, usados para tirar maquiagem à prova d´água, e esse é uma água poderosa, que não deixa meus olhos embaçados e nem o meu rosto oleoso.
Vale a pena!!!
segunda-feira, 22 de julho de 2013
Porque a sua pele coça?
A sua pele não foi feita para coçar, embora algumas pessoas sofram cronicamente com este problema, chegando a ter até o sono comprometido, e consequentemente, sua qualidade de vida.
O ato de produzir coçadura constantemente promove o espessamento da pele (liquenificação), devido a fricção. Pode também ocasionar infecções secundárias, se houver fissura na pele, e pior, pode gerar um ciclo vicioso, ou seja, o ato de se coçar provoca mais coceira.
O prurido pode acontecer por causas dermatológicas (e quando "enxergamos" a lesão, fica mais fácil descobrir a causa), ou doenças sistêmicas (é aí que o bicho pega). Também existe o prurido psicológico (esse então é o terror dos dermatologistas), e o causado por distúrbios do sistema nervoso central ou periférico. Isso tudo sem falar no prurido em que a medicina não consegue descobrir a causa.
Portanto, o troço é complexo. Quando uma pessoa chega com esse sintoma, o médico já sabe que vai ser uma consulta "daquelas". Porque qualquer coisa no mundo pode estar causando aquilo. Eu fiz um mini-fellow em imunologia em Georgetown University, e nunca me esqueço de um paciente que tinha um prurido crônico nas costas e parte posterior das coxas. Depois de muito pesquisar (o mistério levou uns seis meses para ser desvendado), descobriu-se que o pigmento da cadeira onde o paciente trabalhava era o causador da coceira maldita.
De posse dessa informação, fica fácil perceber porque a anamnese do paciente precisa ser tão detalhada. O médico vai lhe perguntar o tempo de duração do sintoma, os horários em que aparece, as partes do corpo acometidas, fatores desencadeantes, sua história familiar e social, sua história de doenças prévias e remédios e vitaminas que estão sendo utilizados no momento, se existem outros sintomas concomitantes, fatores que aliviam o quadro, estado psicológico do paciente, ...
Uma das causas mais comuns e fáceis de se tratar de prurido, é aquele causado pela pele seca, bastante comum em idosos (é o chamado "prurido senil") e pessoas com dermatite atópica (ou CHAtópica, como eu carinhosamente gosto de chamar). O tratamento nesse caso é hidratar diária e exaustivamente, com hidratantes potentes.
Outras causas de prurido generalizado incluem o gravídico, o da icterícia obstrutiva (causada pela impregnação cutânea de pigmentos biliares), prurido diabético, linfomas, leucemias, insuficiência renal, uso de determinados medicamentos e vitaminas, HIV e doenças da tireóide.
Já as causas cutâneas são várias, já que muitas doenças da pele cursam com esse sintoma. As mais comuns são as dermatites (atópica, seborreica, eczemas de contato, etc), as micoses, urticárias, escabiose, picadas de insetos, psoríase, etc (a lista é vasta, acredite).
Importante é procurar o seu médico e descobrir a causa, pois você merece viver sem coceira, ou pelo menos com o sintoma controlado.
Não se aborreça se a causa não for determinada na primeira consulta, esse diagnóstico é difícil, e podemos levar meses para resolver o mistério. Lembre-se do paciente de Georgetown. importante é confiar no médico, e não ficar mudando a cada consulta, pois alguns casos exigem mesmo uma investigação mais complexa.
sábado, 20 de julho de 2013
O que você faria? - post polêmico
Hoje vou te convidar a dar a sua opinião sobre um tema polêmico. Fique à vontade para responder como anônimo, se for o caso. Eu não vou te julgar pela sua opinião, até porque, este é um daqueles casos onde não existe a fórmula perfeita. Todo mundo está certo, todo mundo está errado.
Bom, vamos lá.
Quem é leitor antigo, lembra que minha avó faleceu em 2010. Foi tudo muito rápido, entre o diagnóstico e a morte dela. Até hoje eu não acredito como isso pode ter acontecido com ela, mas a questão não é essa.
O caso é o seguinte. Quando finalmente foi feito o diagnóstico, a sentença era de morte, e morte rápida. Coisa de três meses, se tivesse muita, mas muita "sorte".
Daí o dilema: "contar ou não contar para ela, eis a questão".
Se pensarmos em termos éticos, no direito do paciente, essa questão nem existiria. Afinal, toda pessoa tem a obrigação de saber a verdade sobre sua condição física. Até pra poder preparar um testamento, resolver pendências afetivas, realizar um último desejo, se despedir das pessoas que ama...
De posse desse pensamento, eu fui super a favor de contar a real situação para a minha avó. Estava totalmente contra meus pais e meu avô, que insistiam em mantê-la na ignorância sobre esse assunto. Como ela teve alguns episódios de AVC durante as inúmeras internações, pode-se dizer que o nível de consciência dela também não estava nenhuma Brastemp, de maneira que ela também não estava em condições de fazer muitas perguntas. Mas eventualmente ela melhorava um pouquinho e dava para se ter breves conversas.
Eu quase briguei com minha mãe por conta disso. Eu dizia:
" Ela tem o direito de saber"
" E se ela quiser nos revelar algum segredo?"
" E se ela quiser pedir alguma coisa?"
" Como vou poder me despedir dela, dizer que foi a melhor avó do mundo?"
" E a ética médica?"
Etc. Etc. Etc.
A irmã da minha avó, que por acaso era a minha tia preferida, também faleceu de câncer (preciso me cuidar, minha genética é péssima). Mas no caso dela, foi câncer de mama, e ela levou quase seis anos para falecer. E nós conversávamos sobre isso. Sobre os medos dela. Sobre como eu sentiria a falta dela. Sobre como eu não gostaria que ela me fizesse nenhuma aparição espiritual, caso esse negócio de espírito realmente exista (nós combinamos de conversar através de sonhos, juro!). Eu colava meus retratos no soro dela (imaginem a cena). Enfim, nós duas nos preparamos para o momento final, e nós duas estávamos em paz.
Contei isso tudo para os meus pais e meu avô, mas não teve jeito. Eles não queriam contar e me proibiram de contar também.
Um dia, eu fui conversar sozinha com o meu pai, o sábio. E o que ele me falou, varreu por terra tudo o que eu pensava, e por isso eu escrevi esse post hoje e quero te perguntar o que você faria. Te pergunto isso como médica e como amiga.
Meu pai me disse:
" Lu, digamos que você conte. O que você acha que isso faria de bom por ela? Isso iria acrescentar alguma coisa boa na vida dela? Ou você não acha que ela poderia se sentir no corredor da morte, presa na situação, com a morte se aproximando sem que possa fazer nada a respeito?"
Juro que parei pra pensar. Uma situação era a da minha tia, que teve um câncer de mama, foi operada, tinha esperanças reais de cura. Outra situação foi a da minha avó, que ao ser diagnosticada, já não estava assim tão lúcida, com um câncer de fígado inoperável, já metastizado para o corpo todo.
E daí comecei a pensar em outra questão crucial. E se fosse comigo? Eu ia querer saber?
E você? Gostaria de saber? O que você faria se fosse seu parente?
segunda-feira, 15 de julho de 2013
Festinha do Gabriel (animação)
A festa quase não aconteceu, tudo anda tão caro!!! Mas foi chegando a data do aniversário, e morri de pena de não comemorar o segundo aninho do Gabriel.
Decidi fazer um café da manhã, bem simples, só para os amiguinhos do condomínio. Que são 21. Sem contar com os avós, tios e primos. E só.
Nesse ponto, decidi investir somente na animação, já que o foco eram as crianças.
Contratamos o "Panos Pra Manga", muito bom, que eu conheci numa festa de um dos amiguinhos. Eles são ótimos! Super educados, animados, promovem diversão e música de verdade tocada com violão, um sonho de consumo!!!!
Não fazem um mero trabalho de animação infantil. Trabalham com criatividade, todas as brincadeiras são planejadas pedagogicamente. Usam materiais diversos como tintas, potes, madeiras, cubos, espaguetes, panos (óbvio...daí o nome deles...), instrumentos...
Fizeram brincadeiras dentro do salão de festas e depois tiveram a brilhante idéia de levar a galerinha para brincar ao ar livre.
Pontualidade nota 1.000.
Algumas fotos:
Esse foi o primeiro post de uma série de outros que dão todos os contatos de profissionais contratados para a festa do Gabriel. Achei melhor fazer vários posts para não cansa-los com um post gigante.
A animação foi o ponto de partida para todo o resto da festa.
Depois de pagarmos a animação, cheguei a conclusão de que organizar sozinha um café da manhã para 21 crianças + seus pais + nossa família, seria muito exaustivo.
Daí, resolvi contratar um buffet, tema para o próximo post....
sexta-feira, 12 de julho de 2013
Dicas de passeios em Buenos Aires
Hoje não vou falar de compras, embora Buenos seja um ótimo local para torrar o seu rico dinheirinho. Na minha última viagem, o foco foi passear, descansar e curtir essa cidade tão charmosa.
Um dos lugares que muitos brasileiros não conhecem é o Jardim Japonês. Eu sabia que existia, mas nunca havia me interessado. Grande burrice a minha. O lugar é lindo, parece um sonho.
Durante o passeio, vi uma noiva tirando fotos lá. Escolha certeira, pois o visual é de tirar o fôlego! Também é um lugar legal para levar crianças. Tem muitos caminhos onde eles podem explorar. Fiquei triste por não estar com o Gabriel.
Essa ponte vermelha é um dos locais mais disputados para tirar fotos, e aqui a criatividade "dos fotografados" voa longe. Chega a fazer fila!!!
Pegar esse solzinho no frio de Buenos Aires, faz com que eu me sinta na Europa....
Outro lugar bem gostosinho de se passear (mas esse está precisando de um pouco de manutenção), é o zoológico de Buenos Aires. Existem dois zoos lá. Um é mais afastado, e eu com certeza vou levar o Gabriel lá um dia, pois as pessoas entram na jaula com os animais para tirar fotos, alimenta-los, e etc. Até com o leão, você tira foto!!! Só não sei se o animal fica dopado, ou entorpecido de alguma forma.
Se alguem aqui souber como eles "amansam" os animais, me avise. Se fizerem maldade com os bichinhos, desisto do passeio.
O outro zoo, fica pertinho do Jardim Japonês, dá pra ir à pé.
Como vocês podem ver, o outro zoo também é grande, tem muito espaço para os pequeninos correrem.
Tem lugares onde as crianças podem desenvolver atividades artísticas, além de contar com um carrossel lindo, parecido com aqueles de filmes. novamente senti saudades do gordinho.
Nesse zoo, não podemos entrar nas jaulas, mas existe muita interação com os animais. Alguns andam soltos, e algumas jaulas permitem que o visitante alimente os animais (através das grades). Mas você precisa comprar a comida no local.
Outro lugar que me dá muito prazer de passear, é o cemitério de Buenos Aires. Juro!! Sempre gostei de cemitérios, mas esse é muito especial. Não só porque a Evita está "enterrada" lá (os caixões ficam em prateleiras, expostos, e não enterrados), mas porque existem obras de arte em praticamente todas as "tumbalacatumbas".
E quando ele está bem deserto, dá um medinho de andar por lá... É fácil de se perder, eu mesma já me perdi algumas vezes.
O túmulo desta moça é o meu preferido. Eu tenho um interesse mórbido em anotar o nome dos falecidos, e quando chego no Brasil, eu pesquiso sobre a vida das pessoas (sim, sou a louca do cemitério). Existem visitas guiadas que contam a história dos falecidos mais interessantes, mas essa moça sempre me intrigou.
Ela morreu em sua lua de mel na suíça, houve uma avalanche. A roupa da estátua é uma réplica do seu vestido de casamento, e o cachorro era dela. Sempre tem uma rosa em sua mão, dizem que um homem misterioso vai quase todos os dias no cemitério e coloca a rosa lá.
Sobre o caixão dela, existia um sari que ela comprou na índia, uma de suas viagens preferidas. Quando você se espreme do lado da porta que dá para onde o caixão está guardado, dá pra ver que tem uma cortiça na parede com algumas fotos. Eu nunca consegui ver uma foto real dela, mas morro de curiosidade...
terça-feira, 9 de julho de 2013
Um hidratante facial para quem odeia hidratante facial!
Quando se trata de hidratante facial, as pessoas se dividem em dois grupos, basicamente.
Tem o grupo que ama esse produto, e alguns até abusam dele, a ponto de causar acne (principalmente se a pele for oleosa, e a escolha acontecer sobre um produto que não seja ideal para esse tipo de pele).
E tem um povo que odeia hidratar a face! Essas pessoas se sentem incomodadas, lambrescadas, o rosto brilha, a pele sensível arde, os cabelos da barba não deixam a substância penetrar direito, enfim... a lista do muro das lamentações é grande!
Para esses pacientes, a única solução que costuma agradar a todos, é o hidratante da Skinceuticals, o Hydrating B5.
Ele é quase uma água, de tão fininho. Ideal para áreas pilosas (barba), e peles oleosas.
Ele não arde. Ideal para peles sensíveis e após procedimentos.
Ele rende. Uma gota se espalha pelo rosto todo.
Ele tem cara de remédio. E isso gera credibilidade. Os homens não ficam com vergonha de compra-lo.
Ele não tem cheiro. Coisa boa para os "enjoados de plantão". E melhor ainda para os alérgicos.
Ele tem ativos poderosos. E isso basta, não é verdade?
O único defeito:
ELE É CARO. Mas o preço não é muito discrepante em relação ao exterior, o que não acontece com outras marcas importadas. Ele é caro no Brasil E LÁ FORA também. Mas vale cada centavo.
Recentemente, fiz um peeling, e ele foi o meu companheiro salvador, daí eu ter escrito este post sobre um produto que não é um lançamento.
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Quem somos nós:
- Luciana Leal
- minhapele@ig.com.br, Rio de Janeiro, Brazil
- Uma médica que ama dermatologia, medicina estética, e principalmente, ADORA o que faz. Um cirurgião plástico apaixonado pela profissão.
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